De repente, e sem eu o esperar, o "Dias de Miséria" teve um pouquito mais de leitores.
Obrigado ao Luís Ribeiro, do Tomar, a Cidade e ao desconhecido autor do Nabantia pela referência, que é contraditoriamente agradável e desagradável quanto vista do ponto de vista da vergonha em expor assim os meus problemas.
Obrigado pelas palavras gentis que escreveram. São, de algum modo, bálsamo para os poucos dias em que cá andarei.
Esta vida é-me, a cada dia que passa, mais pesada e creio que só na morte encontrarei um pouco de paz e de sossego.
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6 comentários:
Amigo:
Por favor não tenha essas ideias horríveis.
Abra mais a porta que só entreabriu.
Desabafe por completo. Diga tudo o que sente, insulte se tiver necessidade, mas não perca a esperança e a calma.
Vergonha? De quê? de ser um dos que a vida esqueceu?
Não faça nada de que se possa arrepender, ou pior ainda.
Vá buscar o que lhe resta de força e conte tudo, mas tudo, o que se passa consigo.
Amanhã ou ainda hoje volto.
Quero encontrá-lo.
Será que posso ajudar alguma coisa?
Ninguém está livre disto. Somos todos feitos do mesmo: Momentos bons e momentos maus.
Estou no Templário!
Isabel Miliciano
idem, idem...
Amigo:
Dê notícias, por favor.
Amigo:
Continuo à espera de notícias. Esta espera está a pôr-me os nervos em franja.
Diz qualquer coisa.
Amigo:
Não tente ignorar as mãos que lhe estendem. Sem ajuda, não se vai a lado nenhum.
A minha mão está estendida, assim como as de outros. Agarre uma, pelo menos.
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